PANAPRESS
Agência Panafricana de Notícias
Julgamento do deposto Presidente egípcio adiado para 1 de fevereiro
Dakar, Senegal (PANA) – O julgamento do Presidente egípcio destituído, Mohamed Morsi, antes previsto para esta quarta-feira, foi adiado para 1 de fevereiro próximo por mau tempo, indicou fonte judicial.
Segundo o juiz da causa, o julgamento não teve lugar por razões meteorológicas que impediram a descolagem do helicóptero que devia transportar Morsi da sua prisão de Borg al-Arab, em Alexandria, para o Tribunal.
"Por causa das condições meteorológicas, Mohamed Morsi não pôde ser transportado, pelo que o julgamento fica adiado para 1 de fevereiro", afirmou o juiz Ahmed Sabry Youssef que deveria dar início à segunda sessão do julgamento de Morsi por "incitação ao assassínio de manifestantes", antes do golpe de Estado de julho de 2013 que o derrubou.
Mas de acordo com os diários egípcios Al-Masry e Al-Youm, o Presidente derrubado continua, juntamente com outros membros da Irmandade Muçulmana detidos, a clamar a incompetência do Tribunal, qualificando o processo de ilegítimo.
Primeiro Presidente egípcio eleito democraticamente, Morsi já compareceu perante o tribunal no edifício da Academia da Polícia, na capital do país (Cairo), a 4 de novembro passado.
Na primeira sessão do julgamento, ele afirmou estar a ser alvo de um "processo político", insistiu que continuava a ser o chefe de Estado e acusou o tribunal e os juízes de falta de legitimidade.
O Ministério do Interior egípcio aprovou um plano de segurança para a audiência que inclui, entre outros, a mobilização de cinco mil polícias, forças militares e mais de 30 veículos blindados.
-0- PANA MLJ//BAD/VAO/TBM/CJB/DD/IZ 08Jan2014
Segundo o juiz da causa, o julgamento não teve lugar por razões meteorológicas que impediram a descolagem do helicóptero que devia transportar Morsi da sua prisão de Borg al-Arab, em Alexandria, para o Tribunal.
"Por causa das condições meteorológicas, Mohamed Morsi não pôde ser transportado, pelo que o julgamento fica adiado para 1 de fevereiro", afirmou o juiz Ahmed Sabry Youssef que deveria dar início à segunda sessão do julgamento de Morsi por "incitação ao assassínio de manifestantes", antes do golpe de Estado de julho de 2013 que o derrubou.
Mas de acordo com os diários egípcios Al-Masry e Al-Youm, o Presidente derrubado continua, juntamente com outros membros da Irmandade Muçulmana detidos, a clamar a incompetência do Tribunal, qualificando o processo de ilegítimo.
Primeiro Presidente egípcio eleito democraticamente, Morsi já compareceu perante o tribunal no edifício da Academia da Polícia, na capital do país (Cairo), a 4 de novembro passado.
Na primeira sessão do julgamento, ele afirmou estar a ser alvo de um "processo político", insistiu que continuava a ser o chefe de Estado e acusou o tribunal e os juízes de falta de legitimidade.
O Ministério do Interior egípcio aprovou um plano de segurança para a audiência que inclui, entre outros, a mobilização de cinco mil polícias, forças militares e mais de 30 veículos blindados.
-0- PANA MLJ//BAD/VAO/TBM/CJB/DD/IZ 08Jan2014