PANAPRESS
Agência Panafricana de Notícias
Congo proíbe bebidas importadas a partir de dezembro
Brazzaville, Congo (PANA) – O Governo congolês anunciou a proibição das bebidas importadas no mercado local, a partir de 31 de dezembro próximo, soube-se de fonte oficial quarta-feira.
Segundo a ministra congolesa do Comércio Externo e Consumo, Euloge Landry Kolélas, que falava no termo de uma reunião com comerciantes e importadores, os infratores "serão sancionados em conformidade com a lei".
Em declarações feitas diante de alguns sindicatos de comerciantes, de importadores e de revendedores presentes na reunião, Kolélas indicou que a primeira preocupação do seu Governo é proteger o consumidor, pois, a lei vigente permite a este último conhecer exatamente a qualidade do produto antes de o utilizar.
No entender dos poderes públicos, os produtos redigidos em línguas estrangeiras representam um risco para o consumidor na escolha e utilização destes produtos.
Há alguns dias, operações de apreensão foram lançadas em várias cidades das quais Brazzaville, a capital, e Ponta Negra, principal centro económico e industrial do país, a fim de pôr termo a estas entradas « fraudulentas ».
Do seu lado, o diretor-geral da Concorrência e Repressão da Fraude, Philippe Tsonde-Mondzié, afirma ter já efetuado várias apreensões de bebidas importadas.
Por seu tutno, o comerciante e importador Arnauld Manthé deplora a "concorrência desleal imposta pelos cervejeiros para impedir os outros comerciantes de exercer as suas atividades".
« É preciso que se pratique a boa concorrência. A lei sobre a concorrência deve ser respeitada », defendeu.
-0- PANA MB/JSG/FK/IZ 17nov2016
Segundo a ministra congolesa do Comércio Externo e Consumo, Euloge Landry Kolélas, que falava no termo de uma reunião com comerciantes e importadores, os infratores "serão sancionados em conformidade com a lei".
Em declarações feitas diante de alguns sindicatos de comerciantes, de importadores e de revendedores presentes na reunião, Kolélas indicou que a primeira preocupação do seu Governo é proteger o consumidor, pois, a lei vigente permite a este último conhecer exatamente a qualidade do produto antes de o utilizar.
No entender dos poderes públicos, os produtos redigidos em línguas estrangeiras representam um risco para o consumidor na escolha e utilização destes produtos.
Há alguns dias, operações de apreensão foram lançadas em várias cidades das quais Brazzaville, a capital, e Ponta Negra, principal centro económico e industrial do país, a fim de pôr termo a estas entradas « fraudulentas ».
Do seu lado, o diretor-geral da Concorrência e Repressão da Fraude, Philippe Tsonde-Mondzié, afirma ter já efetuado várias apreensões de bebidas importadas.
Por seu tutno, o comerciante e importador Arnauld Manthé deplora a "concorrência desleal imposta pelos cervejeiros para impedir os outros comerciantes de exercer as suas atividades".
« É preciso que se pratique a boa concorrência. A lei sobre a concorrência deve ser respeitada », defendeu.
-0- PANA MB/JSG/FK/IZ 17nov2016